“É puxando a carroça que conseguimos o pão de cada dia”

Há 5 anos o catador Jesse, 29 anos, começava com um amigo um trabalho digno para garantir o sustento da esposa e duas filhas. “Tava na vida do crime, fiquei preso de 4 a 5 anos. Quando saí comecei a puxar a carroça, que foi a primeira oportunidade que rolou”.

Na reciclagem ele encontrou a oportunidade de conquistar muitas coisas, “Tenho a minha casinha, meu carro, minha moto para ficar andando, e assim vou seguindo, trabalhando para não voltar pra esse lugar (cadeia)”.

Atualmente ele mora na Cohab Raposo Tavares, Zona Oeste de São Paulo e faz coleta por essa região. “Tô aí na rua para ganhar dinheiro e sustentar as minhas filhas”.

Mais uma mostra de que o trabalho do catador deve ser reconhecido e formalizado. Além de ser um serviço público, que garante a gestão de resíduos das cidades, dá chance de pessoas como o Jesse recomeçarem a vida.

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